O atalante
Direção: Jean Vigo
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Thomas é um atendente reservado e solitário que vê sua vida mudar da noite para o dia. Ele descobre que é fisicamente idêntico ao “Ogro de Atenas“, um cruel criminoso procurado pela polícia, e decide se aproveitar dessa semelhança para ser aceito em uma gangue. Com a ajuda de Thomas, o grupo se arrisca em um grande assalto: roubar uma das colunas do Templo de Zeus Olímpico.
Quando o filme estreou nos cinemas gregos em 1956, foi um desastre, tanto em termos de crítica quanto de público, porém a aclamação da crítica internacional o levou a ser reconsiderado e hoje ele é tido como um dos 10 filmes gregos mais importantes de todos os tempos. Apesar de não ser seu primeiro filme, essa foi a obra que consolidou Nikos Koundouros como um dos principais diretores da Grécia pós-guerra. Nikos Koundouros empregou ângulos de câmera ousados, sombras dramáticas e montagem expressiva, antecipando tendências do cinema europeu de vanguarda e deixando o filme visualmente distinto de outros do período.
Thomas é um atendente reservado e solitário que vê sua vida mudar da noite para o dia. Ele descobre que é fisicamente idêntico ao “Ogro de Atenas“, um cruel criminoso procurado pela polícia, e decide se aproveitar dessa semelhança para ser aceito em uma gangue. Com a ajuda de Thomas, o grupo se arrisca em um grande assalto: roubar uma das colunas do Templo de Zeus Olímpico.